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segunda-feira, 8 de março de 2010

Diálogos do fim

Ele: O que está acontecendo conosco? Porque isso tudo está acontecendo ao meu redor?
Ela:
Em que você acha que devo confiar? Estou pensando em mim!!
Ele: Você sabe que eu nunca machucaria você. O que eu devo fazer?

Ela: Não me impedir de partir.

Ele: Não te impedirei... [respiração pesada] se é a sua escolha, vá![vira as costas para ela]
Ela: Então eu irei embora. Até logo.... [levanta, pega suas coisas,pára por um momento, pensa e se decide] Tchau.[vira as costas,dá um passo]
Ele: Espera.[olhos baixos]

Ela: [se vira, vai até ele] Fala.

Ele: Eu vou sentir a sua falta.Por que você tem que ir?
Ela: [respira fundo.paciêcia.]Eu tambem sentirei sua falta, porque eu t....

Ele: [explode.grita] Não fala que você me ama!! Nem que vai sentir minha falta!! Porque

você sabe que não vai!!!

Ela: [olhos baixos, voz baixa] vou sim...

Ele: NÃO! VOCÊ NÃO VAI! A ÚNICA PESSOA QUE IRÁ SENTIR FALTA AQUI SOU EU!! OUVIU BEM?? SÓ EU SENTIREI FALTA DE NÓS DOIS!!!

Ela: [se irrita,respira fundo] Eu TAMBEM sentirei sua falta, eu pois EU te amo muito só que estou enlouquecendo com tudo isso... preciso de um tempo...mas acima de tudo, eu te amo.

Ele: Se você me ama, então porque vai?

Ela: [cabeça baixa. Vontade de chorar] Eu tenho que seguir adiante e ser quem eu sou. Eu [respira]não quero mais fazer parte disso, espero que você entenda.
Ele: Eu estou tentando entender,mas é difícil.
Ela:
Eu tenho que me encontrar em algum lugar; algum dia, nos encontraremos, mas por enquanto... é melhor eu seguir sozinha...
Ele:
Eu quero que você fique!
Ela: Eu quero ficar com você tambem, mas preciso seguir meu próprio caminho. Vamos esperar um tempo (muito) tempo e ver onde esses caminhos nos levam...

Ele: [irritado] Já sei, você quer respirar aliviada, caminhar com as suas próprias pernas...

Ela: Se você jà sabe, porque ainda insiste para que eu fique?

Ele: Porque eu preciso de você...

Ela: Eu tambem preciso de você... mas... [pensa: deixa pra lá]

Ele: ... [silêncio]

Ela: ... [silêncio]

Ele: [quebra o silêncio, resolve falar] Mas...

Ela: [olha para ele confusa] Mas o que?

Ele: Continua. Tô ouvindo.

Ela: Mas não posso ficar. E eu não quero mais depender de você para viver.Tenho que aprender a ser feliz e...

Ele: [interrompe]Então eu não te faço feliz?

Ela: ... [silêncio sem resposta]

Ele: Eu te amo...

Ela: Eu tambem te amo... Mas... Adeus. [respira fundo e sai]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Escravo da desilusão.

"Acordo de repente sobressaltado como quem acorda de um pesadelo;
Acordo e sento- me na cama como quem dorme demais e está atrasado pra partir...
As mãos trêmulas vão aos olhos numa tentativa semi frustrada de desembaçar a visão ainda sonolenta e sonhadora.
Sinto um calafrio a percorre-me a espinha uma sensção de perda me invade o ser; Olho á minha volta á procura de vestígios e constatações observo tudo, minuciosamente como alguém que quer muito encontrar um erro...
Mas tudo esta exatamente igual...
O abajur de luz muito fraca, o guarda roupas abarrotado de lembranças, a mesa bem próxima à janela com algumas garrafas vazias,a adeira muito próxima à cama onde uma vitrola toca sem parar, o mesmo disco do Jhonny Rivers, tudo está exatamente igual, inclusive as bitucas do meu cigarro que sem cerimônia alguma foram jogadas ao chão...
Tudo igual...
Até eu ver na parede um retrato de nós dois juntos, abraçados e unidos como se nada pudesse nos atingir...
Meu coração acelera, num sinal quase inconsciente para só assim eu conseguir entender...
Você se foi...
Me deixaste durante a noite vazia e profunda, sumiste pela porta, sorrateira e silenciosa, partindo sem nem ao menos dizer adeus...
Oh mulher maldita, porque fizeste isso comigo?
Porque partiste durante a noite passada?
Ou seria na retrasada? Ou será que partiste na semana passada??
É aqui que uma dúvida cruel vem me invadir o ser...
As tantas garrafas embaixo da cama e as manchas de bebida no assoalho de madeira indicam descaso, indicam também que o tempo passou lentamente; As semanas se passaram tão lentamente que não as vi passar...
Agora só me resta a pergunta: Por quanto tempo mais devo esperar?”



Ele rabiscou essas palavras em seu caderno de anotações, rabiscou cada palavra tão rapidamente que suas letras garranchosas ninguém leria;
Ele não sabia que dia era, será quarta ou sexta e não saberia nem se era noite lá fora, se não fosse pela pequena brecha da janela onde se permitia adentrar luz...
Mas ela também não se importava com isso...
Agora que sua última garrafa chegara ao fim ele só se importava em se certificar de que ainda vivia...

Para logo após desejar a morte...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Núpcias - Parte final

...
Ele a olhou aturdido, com seu corpo ainda desperto e seu membro ainda aceso; o frio lhe correu a espinha, sabia que não poderia fugir daquela mira, estava impotente e sabia que ia morrer; fechou os olhos implorando a Deus uma saída...
Ainda com os olhos fechados, ouviu um estampido que poderia soar fatalmente se ele não abrisse os olhos a tempo de vê-la cair ao chão.
As lágrimas irromperam de sua face, andou de um lado a outro sem saber o que fazer e encontrou no banheiro um papel marcado de batom, onde havia escrito:


"Não poderia mata-lo
Fui contratada para isso,
mas não posso!!!
Prefiro morrer a ter que mata-lo...
Afinal, o amo..."

Ela estava morta, ele não conseguia acreditar...
enquanto chorava, ele pensava que estava ali ao chão a única mulher que ele foi capaz de amar...
Deitou-se ao lado dela, olhando-a e desejando estar com ela para sempre, como eles haviam jurado horas antes diante de um padre e de uma igreja cheia de convidados...
Ele só queria estar com ela...
E fez com que o estrondo, que saia da arma silenciasse a sua dor para sempre....

Leia também:
Núpcias - parte 1
Núpcias - parte 2

sábado, 11 de julho de 2009

Núpcias (parte 2)

...Finalmente ele chegou;
Ela deixou que o sorriso tomasse conta de seu rosto e correu até seu esperado amado, pulou em seu colo, deu - lhe um beijo ardente e deixou que ele a conduzisse até a cama, ela estava muito nervosa, sabia que teria que continuar, podia parar por ali, mas esperou meses por aquele homem e agora que o tinha, tinha também muito medo;
E ela tremeu quando ela a despiu...
Ele a deitou na cama, seus corações batiam descompassados e nervosos...
Não era sua primeira vez, já havia feito isso muitas vezes antes, mas essa era a primeira vez em que se envolvia tanto sentimento em jogo.
Ele se despia...
Enquanto ela nua, deitada na cama o esperava...
Com seu sexo exposto, tremia...
Ele deitou-se por cima dela, acariciava seu corpo, beijava-a com intensidade e vontade;
Mas antes que ele a penetrasse, ela se desvencilio de seu corpo, pegou uma arma embaixo da cama e disse:
- Fui contratada para te matar...

continua...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Núpcias (parte 1)

Ela andava nervosamente de um lado a outro do quarto.
Seu vestido muito branco e seu longo véu, a cada passo iam se arrastando pelo chão e davam- lhe a sensação de que era uma serpente branca que se arrasta com seu corpo longuilineo a espreita e a espera de sua presa se aproximar...
Ela esperou muitos meses para isso; E agora que havia chagado até ali, teria que ir até o final, ela só não sabia como continuar...
Olhou o buquê de rosas vermelhas em cima da cama e se perguntou porque ele demorava tanto para chegar;
Andava ansiosamente pelo quarto. Sentou - se. Escreveu palavras desconexas num guardanapo com marca de batom. Foi até o banheiro. Olhou - se no espelho. De frente. De costas. De lado. Sorrindo. Emburrada. Parou e se viu por inteira...
Ele havia dito, mas só agora tivera tempo de confirmar o quão linda estava, olhos cor da noite, lábio de carmim, desvenciliou seus cabelos negros do rígido penteado nupcial e ali encontrou mais que uma recém casadda, encontrou uma mulher fatal...

continua...

domingo, 19 de abril de 2009

A grande teia

Os fatos vão se interligando, tecendo uma teia da qual ela não ousava mais escapar.
Não escapa.
Não foge.
Ela sabe que está numa teia, mas não tem medo, acha que teias são sempre teias, sempre tem um risco a correr...
E ela lá, parada.
Não corre, nem se assusta.
Apenas se aconchega lentamente nessa teia de fatos inebriantes e inconstantes...
Apenas aguarda para, que as lembranças venham sufocá -la de lágrimas e saudades.
Espera deitadinha na teia que sem querer ela criou, na esperança de que seus riscos e suas lágrimas se pareçam com os doces sonhos que um dia ela viveu...



Quando uma acaba.
é assim que se inicia outra história...

domingo, 12 de abril de 2009

A dor da partida

"Te vejo em breve."
"tá."


Foi assim que tudo terminou.
milhões e milhões de palavras, um turbilhão em sua cabeça, mas nada saiu de sua boca...
Ela pensou...
Pensou que deveria ser mais corajosa, pedir pra ele ficar mais um pouco, ou quem sabe até mesmo dormir com ela...
Devia ter feito de tudo para adiar sua partida, mas não fez...
Ficou ali, naquela cama, amarrada pelos seus próprios medos esperando ele sumir porta a fora...
E foi ali naquela mesma hora, que ela desejou que um vento muito forte batesse a porta, que a fechadura se quebrasse e que ele não pudesse mais sair...
Desejou que os pés dele se colassem ao chão, que ele se esquecesse de tudo o que aconteceu de ruim entre eles e decidisse ficar.
Mas que nada...
Ele disse suas suas últimas palavras e partiu, sem lágrimas, sem dor e sem nem olhar para trás...
E ela ficou...
Ficou com palavras engasgadas na garganta;
Ficou com as lágrimas que não podiam desandar a sair;
Ficou com o coração ferido;
E desejando que ele voltasse pra ficar...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

=> ELA <=

Ela olhava pela janela
Ela esperava o futuro
Ela aguarda a hora
Ela queria viver
Ela morava numa casa
Ela se sentia presa
Ela queria voar
Ela sabia amar

Ela era alguém visível aos outros...
Mas invisível para si mesma...
Ela esperava um sinal para começar a viver...
E enquanto esperava, ela repreendia seus pensamentos
Ela aguardava a vida sem saber que a vida já havia chagado..
Esperava ansiosamente a hora de partir...
Sem perceber que a hora já tinha chegado...
Ela aprisionava seus sentimentos, mas era cárcere do seu próprio destino…
Ela era prisioneira de si…
Mas não ousava fugir...


Thata, não fique brava com isso que escrevi...
Só escrevi o que vejo em relação á uma pessoa que amo muito, que é você...
E só quero ver você longe dessas amarras que a prendem por dentro...

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

***Primavera***

____Ele chegou...
____E como a primavera tranqüila e sorrateira que vai despertando tudo a sua volta, com um toque ele despertou meus desejos;
____E foi como a primavera que cobre de flores os campos nus que o inverno deixou, que ele cobriu meu corpo com o mais puro dos sentimentos: O AMOR...
____Foi como a primavera que faz as flores se abrirem, que ele chegou e me fez desabrochar; abrindo cada pétala do meu corpo.
____E foi como a primavera, que venera seus seres primaverís recolhendo as formas, cores e sabores, para que sua volta seja cada vez mais cheia de frutos, que ele recebeu tudo o que eu tinha a lhe oferecer...
____E como uma flor que desabrocha apenas com a chegada da primavera, eu estou novamente adormecida esperando ansiosa pela volta da primavera que chegará, me despertará suavemente, me cobrirá com seu amor, abrirá as pétalas do meu corpo e receberá tudo aquilo que tenho a oferecer...

Esse poeminha eu fiz em homenagem ao meu amor... faz tempo e hoje eu resolvi colocá-lo aki para mostrar a ele que mesmo depois de tanto tempo meu amor por ele não morreu...
ti amo VIDU!!!! ti amu di verdadi!! (hã! por vc eu até mato o português! rsrsrs!)

Muitissimo obrigada love. muitissimo obrigada por ter me ensinado o significado da palavra amor....

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Como Rosa Vermelha...



Sentada na frente da TV com um programa nada atraente, ela começa a se cortar; há muito tempo isso não acontecia, mas dessa vez era definitivo...
Era definitivo o seu desejo de morte, já que não se encontrava mais feliz em seu interior e tinha se cansado da mesmice de sua vida...
Ela passou anos e anos lutando por tudo aquilo que hoje ela tinha, mas não estava mais feliz;
Ela sempre gostou de aventuras e incertezas, não saber o que fazer para conseguir o que queria, sempre lutando das maneiras que lhe convinham;
E depois de muita luta, depois que conquistou o que sempre quis, mas não tem mais a incerteza do amanhã, seus dias eram iguais ou parecidos; e isso a deixava extremamente triste e sem vontade de lutar por dias sem fundamentos, foi aí que ela resolveu se cortar...
Ela desenhava com a lâmina, sangrentas e profundas cruzes em seus braços, com a desculpa de que Deus a livraria de seus pecados ou de que ele a salvaria de seu futuro.

Deus morreu por mim, cabe a mim morrer por ele...”
Eu sou o cordeiro de Deus e dou o meu corpo e remissão dos meus pecados”

Volta e meia ela dizia essas palavras, não que fosse religiosa; pelo contrario: O ensino Religioso que a prendeu durante a adolescência não a impediu de mais tarde rir da cara deles, nem de dizer essas frases repetidas vezes com um sarcástico e irônico sorriso no rosto encantador...
Às vezes, para anestesiar sua dor, ela olhava a TV, mas sue sentimento de repulsão só aumentava; queria desligá-la, mas sua cabeça estava confusa demais para saber se conseguia levantar-se; então resolveu concentrar-se em seus corte, mas sua concentração não durou muito; “Quero assistir minha morte.” ela pensou, tomou coragem e foi buscar um espelho, estava tonta mas ainda sabia como andar em sua própria casa; pegou um espelho e no caminho de volta ao seu aconchegante sofá lembrou-se de desligar a televisão, pois àquela altura já havia se tornado irritante para ela...
Só quando foi desligada a tortura daquela garota, que ela percebeu que já era noite e a escuridão invadiu sua casa, mas dava para reconhecer os objetos graças à luz da lua que entrava pela pequena brecha deixada pela cortina;
Ainda em pé, olhou a TV e pensou:
“Tão desligada quanto minha mente”
Deu um giro em volta de si, observando a sala que ha alguns anos fez parte da sua vida, mas antes que pudesse pensar algo, soltou um grito abafado dentro de seu peito e se deixou cair de joelhos...
Caiu de joelhos e começou a se cortar como se ferisse o mais cruel dos seres, seu alvo, agora, não era mais seus delicados e sangrentos braços, agora ela não morria só para o mundo, morria para si própria e atingia sem dó sua delicada barriga, atingia seu delicado rosto; aquilo que sempre foi seu motivo de orgulho para ela e inveja para os outros passara a ser apenas um pedaço de corpo que ela não cansava de machucar;
Deitou-se e logo veio a vontade repentina de vomitar, mas logo conteve-a, pensando consigo mesma
“se for para morrer que seja com o pouco que me resta do almoço”.
Com esse pensamento, sentiu vontade de rir, mas sua doce voz vinha acompanhada do sabor amargo do sangue, então decidiu para de rir, pois como ela mesma disse “não havia se cortado tanto para simplesmente morrer engasgada com seu próprio sangue”
Então pegou seu espelho e ficou observando-se, olhando no fundo dos seus olhos negros de lente, pois detestava o verde natural de seus olhos e decidiu adotar olhos pretos como seus...
Mesmo com olhos cor da noite ela de tão linda, reluzia como um flash na escuridão, seu olhos “negros” combinavam com seu jeito marcante, seus cabelos escuros, seus lábios vermelhos e sua pele muito branca que ficava rosada quando se envergonhava...
Seus amigos apelidaram-na de “branca de neve” e ela gostava dos apelidos que colocavam nela, ela gostava porque eram engraçados e representavam o carinho que eles tinham por ela...
Ainda olhando em seus próprios olhos, ela pensou em sua vida, sua beleza que havia se tornado nula, mesmo que sobrevivesse a toda essa tortura, restariam eternas marcas, lembrou de que desde era independente, que desde que se mudou para a “selva de pedra” (como ela mesma chamava) não precisava pedir ajuda á ninguém, lembrou-se de que suas idéias eram sempre próprias e que geralmente todos eram contra...
Caiu em tentação e perguntou a si mesma “Qual o motivo real para se matar?”
Mas não podia se arrepender e envenenou-se com pensamentos de depressão lembrando-se de sua rotina e conseguiu afastar a vontade de viver quando se lembrou de sua “planilha de rotina diária”; Foi então que ela lembrou que hoje era o dia da semana em que o seu noivo vem ate sua casa buscá-la para saírem juntos...
Ela tem um noivo, e ele é o que se pode chamar de homem dos sonhos; assim como ela, ele poderia ter quem ele quisesse, mas ele só queria uma, e essa uma era ela...
Qualquer pessoa daria tudo para estar no lugar dela;
Ela percebeu isso...
Ela se arrependeu de sua escolha...
Mas já era tarde demais...


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Sei que essa história não é muito feliz, nem romântica, né?
Quando escrevi esse texto, imaginava uma pessoa com a minha personalidade
(e com a beleza que gostaria de ter), que luta como eu luto para conseguir as coisas, que adora aventuras e coisas proibidas como eu gosto, que não gosta das coisas rotineiras como eu odeio... ...que com o passar do tempo se cansaria das suas conquistas, como eu me cansaria do meu mundo, que tentaria se matar e no ultimo instante perceberia que foi um erro, assim como aconteceria comigo...
Essa garota da história existiu dentro de mim, mas ela não teve coragem de terminar como manda a história... pq o meu eu que queria viver a conhecia muito bem, e resolveu escrever uma história sobre o seu fim...
então ela desistiu da morte...
e resolveu tentar mais uma vez...
pq assim como eu, ela percebeu que a vida é bela e sempre merece uma segunda chance...
Não fico triste quando leio esse texto, pq penso que se não fosse ele, eu não teria pensado bem antes de usar a minha
saída de emergência...



bjuxxx ah! obrigada pela força (post anterior) vcs são mesmo uns fofos e não se preocupem, eu estou bem...

ps. ah tentem ignorar a foto aí em cima, tá? olhem só a paisagem maravilhosa de Campos do Jordão atrás de mim, ok?? rsrsrs...

ps². amo vocês!!♥ ♥ ♥ ♥

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ele e Ela...


Sentada na calçada, ela olha para todos os lados;
Olha e aguarda ansiosamente pela chegada dele.
Ela espera, mas não sabe quando ele vem
Espera pacientemente, pois um dia disseram á ela:
“espera, que um dia ele chega...”
Então ela esperava, esperava e nunca se cansava...

Ele, olhando pela janela fica o dia esperando ela passar;
Esperava, esperava, mas ela não aparecia...
Então quando a noite chegava, ele se cansava, deitava na sua cama e dormia para no dia seguinte, com o acordar do sol, recomeçar sua saga de esperar, esperar sem nunca cansar...

Ele cheio de medo, a amava.
Ela cheia de coragem o esperava.


Ela toda corajosa esperava para se apresentar quando ele aparecesse em sua calçada;
Ele todo medroso, esperava para se declarar quando ela batesse em sua porta;

Mas um dia simultaneamente, eles se cansaram de tanto esperar e saíram para amenizar suas raivas por tanto tempo perdido.

Cada um saiu de seu mundinho para tentar esquecer tanto desapontamento;

Ela tentando esquecer o amor que abandonara;
Ele tentando lembrar que não queria mais amar...

Ela foi á padaria, comprar os sonhos que agora esquecia;
Ele foi ao jornaleiro, comprar jornais com as notícias que há muito tempo não lia...

Eles caminhavam cada um em seu mundo, cada qual em seu pensamento;
E foi de repente que eles se trombaram...


“ai, meu Deus! E agora? Foi jornal e sonho pra tudo que é lado!!”

Prestes a reclamar, ela olhou para ele...
Prestes a se desculpar, ele olhou para ela...

Era a primeira vez que se viam...
Mas há muito tempo já se conheciam...
E agora no primeiro olhar que eles se reconheceram...

Não houve voz...
Não houve toque...
Não houve uma só palavra... Nem senha...

Apenas se olharam...
E se amaram...
E sabiam que estavam esperando um ao outro...

Hoje em dia, estão juntos, estão felizes; eles sempre souberam que ele foi o amante que esperou a coragem, enquanto ela foi a corajosa que esteve esperando o amor....

O que eles acham engraçado é que somente quando desistiram de esperar, que se encontraram;

Eles estremecem quando se perguntam o que seria deles se não desistissem e continuassem esperando... E ficam tristes quando percebem que

Ele seria para sempre um homem sem coragem
enquanto
Ela seria eternamente uma mulher sem amor...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Sonhos..

Eu sonho...
Sonho com ela me abraçando forte, mas docemente...
Sonho com ela vindo em seu vestido cor de rosa e com passos leves e indecisos
Sonho com ela sorrindo pra mim, com seu sorriso de quem nada quer, mas que tudo consegue...
Sonho com suas mãozinhas delicadas que adoram me fazer um carinho gostoso;
Sonho com seus lábios rosados, sempre prontos para dizer
"Mamãe, eu ti amuuuuu"
com direito a biquinho e tudo mais
Sonho com seus olhinhos que ficam pequenos e com suas bochechas que ficam vermelhas quando fica nervosinha...
Sonho com seu jeito errado mas lindo de falar...
Sonho com seus cachinhos que balançam descontroladamente quando corre até mim
Sonho com ela vindo, voltando pra mim pra iluminar e acalmar o meu coração...
Sonho com um doce anjo, um anjo esperto, um anjo faceiro, um anjo que manda e desmanda no meu coração...
Se ele existe ou não?
Eu não sei...
Mas ainda consigo sonhar com ele...
E o que importa é que eu Sonho...
.
.
esse texto acabou de sair do forno...
fui eu que escrevi em homenagem a uma amiga minha que teve uma filha...
ela era linda... e eu seria madrinha dela se ela não tivesse partido dessa vida um pouco cedo demais...
IVI, sei que não fui mãe dela, mas escrevi com todo sentimento de madrinha que eu tenho por ela...
Obrigada por ter me proporcionado a maravilhosa chance de ser a segunda mãe dessa pequenina que me ensinou a amar, e me ensinou a ser criança novamente...
.
.
.
Ps. ganhei um meme da Rafaellinha mas como eu já tinha esse post preparado, vou posta-lo só amanhã.
BJUXXXX.