
...E assim eu vou escrevendo, tentando extrapolar essas emoções que insistem em me dominar, fazendo com que eu sinta cada vez mais todas as palavras que escrevo...
Escrevo mecanicamente;
Escrevo como se cada palavra fosse a última, como se esse sentimento fosse se esgotar logo após a palavra seguinte;
Escrevo na esperança de que essa agonia se encerre e me faça não sonhar mais com você;
Escrevo para que não haja mais palavras,
Escrevo para que os sentimentos se esgotem no meu peito, mas a cada palavra, mais e mais palavras surgem;
Assim como o dia vem depois da noite, assim como a noite vem após o dia, assim como fonte que não se cansa de jorrar...
Escrevo na esperança de que se essa água por um milagre se encerre,
Escrevo para que talvez num segundo milagre, eu consiga dormir sossegada e aliviada;
Escrevo para que se esgotem as palavras, as lágrimas e o sentimento...
Escrevo mecanicamente;
Escrevo como se cada palavra fosse a última, como se esse sentimento fosse se esgotar logo após a palavra seguinte;
Escrevo na esperança de que essa agonia se encerre e me faça não sonhar mais com você;
Escrevo para que não haja mais palavras,
Escrevo para que os sentimentos se esgotem no meu peito, mas a cada palavra, mais e mais palavras surgem;
Assim como o dia vem depois da noite, assim como a noite vem após o dia, assim como fonte que não se cansa de jorrar...
Escrevo na esperança de que se essa água por um milagre se encerre,
Escrevo para que talvez num segundo milagre, eu consiga dormir sossegada e aliviada;
Escrevo para que se esgotem as palavras, as lágrimas e o sentimento...